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No Rio Grande do Sul, apenas Gramado e Porto Alegre são classificadas como categoria A pelo órgão

O Ministério do Turismo (MTur) atualizou a categorização dos municípios que compõem o Mapa do Turismo Brasileiro, instrumento que permite acompanhar o desempenho da economia a partir da atividade turística nas cidades e serve, também, como balizador de políticas do setor e direcionamento de verbas federais. De acordo com a nova categorização, 32 municípios gaúchos tiveram crescimento econômico pelo setor, seja por terem aumentado o número de empregos através do turismo, ampliado os estabelecimentos formais de hospedagem ou o fluxo de turistas domésticos e internacionais. O Rio Grande do Sul conta com 371 cidades no Mapa do Turismo Brasileiro, das quais apenas Gramado e Porto Alegre são classificadas como categoria A. "O trabalho de categorização permite que o gestor responsável pelo turismo no município acompanhe a evolução da atividade de maneira clara e rápida. Com a definição de que esse trabalho será realizado a cada dois anos, será possível definir com mais clareza as políticas públicas a serem adotadas e os investimentos que deverão ser feitos", explica o diretor do Departamento de Ordenamento do Turismo (DEOtur) do MTur, Rogério Antônio Cóser. Nova Petrópolis é um dos municípios elevado da categoria C para a B. "Mesmo em épocas de crise, mantivemos e incrementamos os investimentos nos principais eventos de Nova Petrópolis, garantindo o fluxo turístico no município", disse o prefeito Regis Luiz Hahn. "A cultura preservada, a hospitalidade do povo, a gastronomia farta, a qualidade das malhas e do artesanato, a exuberância da nossa natureza, aliados aos mais diversos eventos realizados ao longo do ano fazem com que os nossos visitantes voltem a Nova Petrópolis", avaliou o prefeito. "Temos que comemorar a nova posição e continuar trabalhando pelo melhor para Nova Petrópolis", disse. De olho na melhoria da infraestrutura de cidades cuja classificação foi reduzida, o MTur já destinou, desde 2003, aproximadamente, R$ 44,5 milhões para Alto Alegre, Arambaré, Bagé, Barão do Triunfo, Camaquã, Campo Bom, Canoas, Cidreira, Condor, Derrubadas, Doutor Maurício Cardoso, Doutor Ricardo, Farroupilha, Maratá, Palmares do Sul, Protásio Alves, Relvado, Roque Gonzales, São Gabriel, São Luiz Gonzaga, Torres e Xangri-lá para obras de sinalização, pavimentação, revitalização de praças, construção de centros culturais e pórticos, reurbanização, entre outros. Segundo a Portaria nº 39/2017 do MTur, somente municípios classificados entre A e D podem pleitear apoio a eventos geradores de fluxo turístico. De acordo com a nova categorização, as cidades Anta Gorda, Capivari do Sul, Coronel Bicaco, Cruzeiro do Sul, Dona Francisca, Estrela Velha, Floriano Peixoto, Gramado dos Loureiros, Guarani das Missões, Inhacorá, Itaara, Marques de Souza, Muçum, Nova Alvorada, Nova Pádua, Pinto Bandeira, Salvador das Missões, Santa Tereza, Santiago, São Nicolau, Sertão Santana, Severiano de Almeida, Três cachoeiras, Tuparendi - agora na categoria D - passam a poder contar com até R$ 150 mil por ano do governo federal para a realização de festejos. Já Esteio, Guaíba, Lagoa Vermelha, Mostardas, Panambi, São José dos Ausentes e Soledade, classificadas como C, têm direito a um limite de R$ 400 mil, enquanto Nova Petrópolis, agora na categoria B, passa a acessar um teto de R$ 500 mil. Todos os municípios - de A a E - estão aptos a pleitear recursos de infraestrutura, como construção de estradas e rodovias de interesse turístico; orlas e terminais fluviais, lacustres ou marítimos; reforma de terminais rodoviários intermunicipais e interestaduais, de aeroportos, ferrovias e estações férreas de interesse turístico; sinalização turística, entre outros. Os gaúchos no Mapa do Turismo O Rio Grande do Sul conta com 371 cidades no Mapa do Turismo Brasileiro, classificadas da seguinte maneira: A (02), B (12), C (37), D (210) e E (110).